Free Press Network (FPN) Commentary
WASHINGTON, DC, EUA, 11 de Setembro de 2001 (FPN): A CIA, o FBI, a DIA, a NSA e todas as outras agências governamentais americanas deveriam também investigar aprofundadamente o papel que o regime anti-americano do terrorista internacional, assassino em série e criminoso de guerra Ariel Sharon, teve nos ataques suicidas levados a cabo contra o Pentágono e o World Trade Center, a 11 de Setembro, que mataram e feriram milhares de americanos inocentes e causaram perdas financeiras no valor de biliões de dólares.

Não podemos excluir o envolvimento secreto do governo terrorista de Israel no genocídio do povo americano e na destruição do World Trade Center e do Pentágono pelas seguintes razões:

1 – O governo israelita tem interesse em planear, ordenar e lançar ataques terroristas contra a América. O regime israelita beneficiou dos bárbaros ataques aos símbolos do poder militar e financeiro americano porque agora pode acusar, sem apresentar qualquer prova legal, certos grupos Muçulmanos/Árabes, apoiados por estados Árabes/islâmicos, que lutam para libertar a Palestina do jugo opressor da máfia governante israelita, de terem perpetrado os trágicos ataques em solo americano.

2 – Para criar ódio e conflitos entre os americanos e os muçulmanos/árabes, alguns “jornalistas” corruptos americanos e britânicos e também os “especialistas” da imprensa, controlada pelos sionistas, pagos por agências de espionagem israelita, culparam vários grupos árabes/muçulmanos e países islâmicos pelo 11 de Setembro.

3 – A 11 de Setembro, a Voz da América (VOA) citou o embaixador afegão no Paquistão, Abdul Salam Zaeef: “O Sr. Zaeef considera que foi um plano bem organizado e sofisticado. Ele acrescentou que Osama Bin Laden não tem acesso aos instrumentos e às instalações de comunicação necessárias para um ataque desta escala”. De facto, Israel tem pilotos bem treinados, armas, ferramentas, sistemas de comunicação e dinheiro que permitiriam lançar os ataques terroristas contra o Pentágono e o World Trade Center.

4 – A 8 de Junho de 1967 as forças armadas israelitas atacaram o navio de vigilância americano USS Liberty, matando 34 jovens americanos, ferindo 171 pessoas e infligindo 821 buracos de rocket e metralhadora para culpar os exércitos árabes/muçulmanos durante a Guerra dos Seis Dias entre Israel e os estados árabes.

Sobreviventes do USS Liberty, e figuras importantes do governo americano, incluindo o antigo Secretário de Estado Dean Rusk e o ex-presidente da JCS Almirante Thomas Moorer, consideram que este ataque não foi um acidente.

O público americano tem de se lembrar que “Israel atacou o USS Liberty deliberadamente e depois mentiu sobre o assunto. Mais cedo ou mais tarde, os Americanos irão obrigar o seu governo e os seus representantes no Congresso a descobrir porquê” escreve James M. Ennes, Jr., autor do famoso livro Assault on the Liberty (Random House 1980 – Ballantine 1986), que se reformou da marinha americana em 1978 como Tenente Comandante após 27 de serviço. Ele era tenente na ponte do USS Liberty no dia em que o exército israelita atacou.

Chegou a altura de corrigir as políticas americanas em relação a Israel, ao Sul da Ásia e ao Médio Oriente, especialmente em relação ao conflito Israelo-árabe, à disputa de Cachemira e ao Afeganistão, para salvar as vidas dos nossos compatriotas americanos e dos bravos soldados dos EUA. Exigimos que o Secretário de Estado americano Colin Powell declare Israel um Estado terrorista porque assassinou inúmeros líderes Palestinianos, assassinou milhares de civis e cometeu outros actos hediondos, crimes terroristas contra os Palestinianos, Árabes, Muçulmanos, Cachemires e Cristãos. Não nos podemos dar ao luxo de travar as guerras de Israel no Médio Oriente, no Sul da Ásia e em todo lado. Não devemos permitir que a tirania Israelita, o seu terrorismo de estado, o seu racismo contra os muçulmanos, árabes e cristãos e as suas conspirações desenfreadas entrem neste grande pais livre, os Estados Unidos da América.

Que Deus abençoe as almas de todos os americanos e de todas as pessoas que morreram na Terça-feira Sangrenta. Pedimos a todos os que lêem esta mensagem que doem sangue para os feridos que sobreviveram a esta terrível tragédia, que foi causada pela autocracia israelita. Rezamos a Deus pela segurança da nossa nação americana, que também se deveria proteger contra o terrorismo e o sionismo israelita.
Israel atacou o USS Liberty para culpar os árabes/muçulmanos pelo terrorismo sionista
http://www.ennes.org/jim/ussliberty

O navio desarmado USS Liberty depois do ataque israelita
http://zog.to/3/liberty/lib-ind.htm

4000 Judeus Não Foram Trabalhar Para o WTC no 11 de Setembro

4000 Israelitas empregados no WTC faltaram no dia do ataque
(Televisão Al-Manar – Beirute, Líbano) Com o anúncio dos ataques ao World Trade Center em Nova Iorque, a imprensa internacional, particularmente a israelita, apressou-se em tirar vantagem do incidente começando a chorar os 4.ooo israelitas que trabalhavam nas torres.

Depois, subitamente, nunca mais se ouviu falar desses israelitas, e mais tarde tornou-se claro que eles espantosamente não apareceram nos seus empregos no dia [em que os quatro aviões sequestrados] do incidente [no World Trace Center, no Pentágono e na Pensilvânia] ocorreu [Terça-feira, 11 de Setembro de 2001].

Não se ouviu falar de nenhum israelita ferido ou morto nos ataques. Fontes diplomáticas árabes revelaram ao jornal jordano al-Watan que esses israelitas faltaram nesse dia [Terça-feira, 11 de Setembro de 2001] baseados em pistas do Aparelho Geral de Segurança Israelita, o Shabak, facto que provocou desconfiança entre os oficiais americanos que quiseram saber como é que o governo israelita teve conhecimento do incidente antes deste ter ocorrido, e as razões pelas quais as autoridades americanas não foram informadas.

As suspeitas aumentaram após o jornal israelita Yadiot Ahranot revelar que o Shabak impediu o primeiro-ministro israelita Ariel Sharon de viajar para Nova Iorque, especialmente para a zona leste da cidade, para participar num festival organizado por organizações sionistas em apoio de “Israel”. Aharon Bernie, o comentador do jornal, levantou a questão e chegou a uma conclusão negativa, dizendo “sem resposta”. Depois questionou a pista por detrás da posição do Shabak de proibir a participação de Sharon, de novo sem obter uma resposta.

Bernie acrescentou que Sharon, que estava encantado por o seu discurso estar no topo da agenda do festival, pediu ao chefe da organização para mediar e convencer o Shabak a mudar a sua posição, mas as suas tentativas foram em vão. No dia seguinte ao anúncio oficial de que Sharon não participaria o incidente [no World Trade Center] ocorreu.

Por seu turno o jornal israelita Ha’aretz revelou que o FBI prendeu cinco israelitas quatro horas após o ataque às Torres Gémeas [do World Trade Center] enquanto estes filmavam o local do desastre a partir do telhado do edifício da empresa. O FBI prendeu os cinco por “comportamento intrigante”. Diz-se que foram apanhados a filmar o desastre enquanto soltavam gritos de alegria e escárnio.

5 Israelitas Detidos por “Comportamento Intrigante” Depois da Tragédia do WTC
HAARETZ (Tel Aviv, Israel)

http://www.haaretzdaily.com

Terça-feira, 18 de Setembro de 2001

5 Israelitas detidos por “comportamento intrigante” depois da tragedia do WTC

por YOSSI MELMAN
Cinco israelitas que trabalhavam para uma empresa de mudanças com sede em Nova Jérsia estão detidos em prisões americanas por aquilo que o FBI descreveu como “comportamento intrigante” no seguimento dos ataques terroristas ao WTC em Nova Iorque na Terça-feira passada. Os cinco devem ser deportados em breve.

As famílias dos cinco, que pediram que os seus nomes não fossem divulgados, revelaram que os seus filhos foram interrogados durante horas pelo FBI, mantidos em prisão solitária durante três dias, que tinham sido humilhados, despidos e vendados.
A mãe de um dos rapazes explicou ao Ha’aretz os acontecimentos:

Os cinco rapazes trabalharam numa empresa, que pertence a um israelita, entre dois meses a dois anos. Foram presos quatro horas após os ataques às Torres Gémeas enquanto filmavam, do topo do edifício onde trabalhavam, o horizonte fumegante. Aparentemente foram vistos por um dos vizinhos que chamou a polícia e o FBI.

A mãe disse que as famílias e os amigos dos rapazes, em Israel, estiveram vários dias sem saber do seu paradeiro.

“Quando eles finalmente deixaram o meu filho fazer um telefonema pela primeira vez para um amigo nos EUA à dois dias atrás, ele disse-lhe que tinha sido torturado pelo FBI numa cave” declarou a mãe. “Despiram-no até ficar só com a roupa interior, vendaram-no e questionaram-no durante 14 horas. Pensaram que, como ele tem a cidadania de um país Europeu e também de Israel, fosse um agente da Mossad (serviços secretos israelitas)”.

Sete agentes do FBI fizeram mais tarde uma rusga ao apartamento de um dos israelitas e questionaram o seu colega de quarto. O dono da empresa, que também tem cidadania americana, foi também questionado. Os dois homens foram mais tarde libertados.

As famílias queixam-se de que o Consulado Israelita em Nova Iorque e o gabinete de apoio montado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros para localizar israelitas desaparecidos não fez nada para ajudar os seus filhos. O Ministério dos Estrangeiros disse que o FBI negou que tivesse os cinco homens detidos e o consulado preferiu acreditar no FBI, disse a mãe.

Os cinco foram transferidos das instalações do FBI no Sábado de manha e estão agora detidos em duas prisões de Nova Jérsia pelos Serviços de Imigração e Naturalização. São acusados de residir ilegalmente nos EUA e de trabalhar sem as licenças necessárias.
O Ministério dos Estrangeiros disse em resposta que tinha sido informado pelo Consulado em Nova Iorque de que o FBI tinha prendido os cinco por “comportamento intrigante”. Diz-se que foram apanhados a filmar o desastre e a gritar, o que foi interpretado como gritos de alegria e de escárnio.

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