“Meninas” israelitas
se filie ao grupo de
Promiscuidade de iSRAEL
Click aquí
Este grupo é destinado a Judeus(ias) GLBTTs da comunidade brasileira. Ele deve ser um lugar seguro onde judeus(ias) e também homossexuais possam discutir tópicos como Direitos Humanos, Cidadania, União Civil, Segurança, Judaísmo, Sionismo, Homossexualidade x Religião e outros assuntos que forem propostos pelos membros. Fazer amizades, trocar idéias e contar casos. Outras finalidades:- criar um canal de comunicação com a comunidade judaica e desta forma possibilitando maior visibilidade dentro dela;- Resgatar, incentivar e fortalecer a cidadania plena das minorias sexuais;- Fortalecer o orgulho enquanto expressão de dignidade e auto-estima das sexuais;- Promover e garantir o respeito e aceitação mútua das diferentes expressões de sexualidade entre os seres humanos;- Promover e incentivar a solidariedade, às vítimas de toda e qualquer opressão, violência física e/ou moral, preconceito e discriminação contras as minorias sexuais;- Incentivar as mais diversas formas de amor entre os seres humanos.
Filiado ao:
os JUDEUS BICHAS
Internacionais
Soltando a Franga
Click Aquí
É um grupo que congrega Judeus Viados, Lésbicas, Bissexuais, Travestis, Trangeneros e Simpatizantes Brasileiros, a esta comunidade, que se originou em 21-09-1999 com Teperman como fundador, com o objetivo de agrupar toda a corja de judeus e judias homossexuais do Brasil que necessitam de um espaço para dialogar, sobre tópicos relacionados a Homossexualidade e sua interação com o judaísmo e a comunidade judaica.
No presente momento o grupo conta com 28.000 membros assumidos dos quais 60% vivem na cidade de São Paulo, 35% no Rio de Janeiro e os outros 5% em Porto Alegre, Curitiba e ainda contam-se inúmeros membros vivendo em outros países. 70% dos membros são homens e 30% são mulheres.
O Grupo JGBR não é atualmente uma instituição oficial ou registrada em organismos oficiais, nem mesmo uma associação ou fundação, mais breve pretendemos nos tornar um ONG. Trata-se apenas de um grupo de Viadinhos, Lésbicas, Bissexuais, Travestis, Trangeneros e Simpatizantes Brasileiros que decidiram reunir os seus esforços através da Internet, criando um local particular para expor suas opiniões, sentimentos. É uma ferramenta para aprender mais sobre temas judaicos relacionados ou não a homossexualidade, para discutir e juntar esforços na luta contra o preconceito, para apontar e reivindicar medidas contra abusos e preconceitos junto aos políticos e autoridades formais.
Os membros do grupo exercem diversas atividades econômicas, tais como: Atores, Produtores Teatrais, Psiquiatras, Psicólogos, Veterinários, Engenheiros de Sistemas, Enfermeiras, Especialistas em Marketing e Propaganda, Advogados, Web Designers e etc. Encontram-se no grupo pessoas de idades que variam dos 18 aos 60 anos.
Religião e Tradição Judaica X homossexualidade é um dos mais importantes assuntos e preocupações de todos os membros. Como judeus, como conciliar a religião “homófoba” com a fé judaica original? Como as diferentes comunidades judaicas brasileiras, de diferentes correntes, se posicionam face a homossexualidade?
Desde o início da existência do grupo, muitos Rabinos e comunidades judaicas foram questionados pelo grupo e suas respostas foram espalhadas aos membros da lista para auxiliá-los a identificar e melhor conhecer cada uma das comunidades e o seu comportamento face aos judeus e judias homossexuais.
Estas ações transformaram-se em um programa contínuo e permanente, tendo-se em vista a dimensão do Brasil e o número elevado de diferentes comunidades existentes dentro de suas fronteiras nacionais. Sentimos muito orgulho em sermos judeus, porque além de ser a religião ao qual fomos criados, ela faz parte do nossa identidade e de nossas raízes. Não saberíamos viver sobre outro conceito de vida.
A questão da abordagem sobre o assunto sexualidade, tanto no seio familiar ou ao nível de comunidade, esta correlacionada ao estigma de ser “O Povo do Livro”. O que me faz pensar que nós judeus em certos aspectos vivemos mais na teoria. Apesar de conceitualmente a religião judaica afirmar que não possui “dogmas” e que adota a conduta do livre arbítrio, no entanto temos leis e conceitos de vida rígidos e imutáveis.Eles não evoluem com o tempo.
Existe aquela velha explicação: “Mãe dominadora e pai ausente”. Achamos que isso se aplica perfeitamente a boa parte das famílias judias. Até onde sabemos a liberação sexual só começou com o advento do Movimento Sionista. Atrelado a isso a Tora, fala que “o homem não pode fazer as vezes de uma mulher”. Entendemos que isso se refere única e exclusivamente a penetração. A proibição e a condenação nos parece que só se restringe a isso. Pois quando se fala no encontro de almas gêmeas não há uma referência ao sexo.
Aliás o termo “sexo” nem se encontra na Tora, sempre são feitas referências sugerindo o ato sexual. Toda questão sexual gira em torno da procriação e da transmissão de nossa cultura, como finalidade principal da união entre duas pessoas. O que a princípio nos exclui, já que é a mulher que passa a descendência aos filhos. Proibições como o casamento misto e a homossexualidade são altamente contraditórios no seu entendimento do que é realmente o conceito bíblico relata, já que a esposa de Moisés não era judia e há várias indicações de figuras eminentes da história do povo hebreu onde pode-se ficar em duvida sobre a sua orientação sexual.
Finalizando essa questão religiosa, quanto a relação a homossexualidade, existem outros pecados considerados abomináveis e com o mesmo grau, como por exemplo: masturbação, não respeitar o Shabat, usar certos tipos de roupa, não respeitar o casher e etc. Para os judeus homossexuais o livro “Cântico dos Cânticos” representa uma grande abertura, pois relata relações sem a finalidade de procriação, dando abertura para discutir uma reavaliação das interpretações rabínicas.
Pouco se relata a nível mundial sobre a existência de judeus homossexuais, pois demograficamente são em número inexpressivo. E a nível de movimento quase não se houve falar. Em certos países as mulheres homossexuais estão mais organizadas e com um grupo politicamente formado. Ou seja, tudo contribui para que a comunidade judaica negue a existência de judeus homossexuais.
Não é difícil imaginar, que nos sintamos triplamente marginalizados em função de:
Boa parte da população brasileira nem sabe o que é um judeu. Confundem religião com nacionalidade. O povo judeu não procurou fazer um intercâmbio cultural, como outros povos que vieram aqui no Brasil; Perante a comunidade judaica, ainda mais que a não judaica, temos que fingir ser aquilo que não somos; A nível espiritual sentimo-nos distantes, pois é difícil ir a uma sinagoga e correr o risco de ouvir “que o homem não pode fazer as vezes de uma mulher”; No dia a dia o convívio com pessoas de outras crenças, fica sempre aquela sensação de que falta alguma coisa; Muitos de nós financeiramente dependem da comunidade judaica, por serem seus principais clientes, sendo assim ficaria difícil se expor; Viver complemente fora da comunidade significaria quase uma perda da identidade.
Teperman
Presidente do Grupo de Judeus GLBTTs Brasileiros
jgbr@uol.com.br
http://www.jgbr.com.br
http://br.groups.yahoo.com/group/judeusglbts (grupo de discussão)
JGBR fone: (011) 8199-6935
Caixa Postal: 835 – CEP: 01059-970
São Paulo – SP – Brasil
and Transgender Jews: Keshet Ga’avah
http://www.glbtjews.org/
Telefone: (55 11) 8112-0105
Correspondência: Caixa Postal: 835 – CEP: 01059-970 – São Paulo – SP – Brasil