Também Explorava Crianças
Sexualmente no Brasil !

Abaixo constam notícias enviadas por um colaborador Brasileiro sobre a descoberta de que o Cônsul de Israel no Rio de Janeiro mantinha relações sexuais com um professor de Hebraico e, juntos, faziam sexo com meninos. Meninas eram usadas como protagonistas de fotos pornográficas distribuídas pela internet e forçadas a se prostituerem (escravas brancas para sexo) em uma rota de turismo sexual para Judeus.

O leitor deve notar que a imprensa brasileira, totalmente controlada por Judeus, omite ou minimiza o fato do Cônsul ser um homosexual. Onde o jornalista descreve fotos em que “o Cônsul Judeu e o professor de Hebraico nús trocavam carícias”, entenda bem: estavam praticando sexo oral.

O Cônsul Israelense fugiu para Israel, e jamais será punido. O professor de Hebraico, preso, provavelmente já foi solto, pois o Brasil é totalmente controlado pelos Judeus.

Após Eitan Sorkis, também Cônsul Israelense no Brasil, declarar que “considerava muito sérias as reportagens que estavam sendo divulgadas” o caso nunca mais foi citado pela imprensa brasileira. Note que Eitan considerou graves as reportagens mas não a exploração sexual de crianças ou a promiscuidade sexual dos Judeus envolvidos.

Nosso colaborador brasileiro solicitou que fosse citado aqui nesta página: “envio esta contribuição motivado pelas contínuas agressões sofridas pelo Povo Gaúcho e praticadas pelos Judeus do programa de televisão Casseta e Planeta“.


Terça-feira, 04 de julho de 2000 – 10h55  

Rio: preso acusado de exploração sexual

Rio de Janeiro – A Polícia Civil prendeu, na madrugada de hoje, o professor de hebraico George Schteinberg, acusado de exploração sexual de menores. Ele foi denunciado por uma menina de 17 anos, que descobriu fotos suas sendo divulgadas pela Internet. No apartamento do professor foram apreendidas fotos pornográficas de meninas, disquetes e fitas de vídeo.

Em seu depoimento, o professor disse que algumas das fotos foram tiradas numa cobertura em Ipanema, que pertenceria ao cônsul de Israel, Arie-che. Nesse momento, as polícias civil e federal e o juizado de menores estão no apartamento. O cônsul não foi localizado.

Andréia Maia


Terça-feira, 04 de julho de 2000 – 18h54   

Cônsul suspeito de pedofilia no RJ


Otávio Magalhães/AE

Reprodução de uma das fotos da menor R.R., de 17 anos, que denunciou o professor George Schteinberg por pedofilia. A polícia suspeita, ainda, da participação do cônsul-adjunto de Israel no Rio, Arie Scher, no caso.

Rio de Janeiro - As polícias Civil e Federal investigam o envolvimento do cônsul-adjunto de Israel no Rio, Arie Scher, numa rede internacional de prostituição de menores e turismo sexual. A polícia chegou ao diplomata após a prisão do professor George Schteinberg, de 40 anos, na madrugada, na zona sul. Em seu apartamento, os agentes encontraram 154 fotos pornográficas de menores e 12 fitas de vídeo. Numa delas, uma menor aparece sobre a capota de um carro com placas do consulado.

Um menino de rua, F., de 11 anos, que dormia na casa de Schteinberg, foi encaminhado à Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA). Schteinberg, professor do Colégio A. Liessin, foi levado para a delegacia de Copacabana e seria transferido, ainda hoje, para o Ponto Zero, carceragem especial para presos com curso superior, na zona norte.

Pela manhã, policiais civis e federais, com mandado de busca e apreensão, acompanhados de comissários do Juizado de Menores, foram ao apartamento do cônsul, em Ipanema, mas ele não estava. Após saber da prisão do professor, Scher foi para o consulado, em Copacabana. Como o local é considerado território estrangeiro, os policiais e agentes federais não puderam entrar. O cônsul-adjunto e Schteinberg foram denunciados pela menor R.R., de 17 anos. Ela procurou a polícia depois de descobrir que as fotos em que aparecia nua estavam na Internet.

No depoimento à polícia, a menor disse que trabalhava como secretária do professor há quatro meses, e ganhava R$ 200. Ela afirmou que costuma freqüentar churrascos no apartamento de Scher com outras colegas, onde ficavam nuas e tiravam fotos pornográficas. Acrescentou, ainda, que o professor gostava da companhia de meninos. Schteinberg negou a acusação da menor. Segundo ele, a jovem apresentou documentos, provando ter 18 anos, para conseguir o emprego.

O professor admitiu que algumas fotos foram tiradas no apartamento do cônsul-adjunto. Ali, a polícia encontrou mais 21 fotos pornográficas de menores, cinco fitas de vídeo e dois DVDs. Em uma das fotos, Scher e Schteinber aparecem nus e se acariciando. Numa outra, eles estão vestidos e abraçados. Os policiais também apreenderam uma agenda, onde consta o nome de um americano e o telefone dele.

O mesmo nome foi encontrado na casa do professor universitário Albino Nogueira de Farias, de 78 anos, preso em junho ao ser flagrado fazendo fotos de uma menor nua em casa. Ele já havia sido preso em 1996, por pedofilia. “Isso pode mostrar que existia uma ligação entre eles”, disse a comissária do juizado de menores, Valéria Fernandes.

Para delegado da 12ª Delegacia de Copacabana, Ícaro Silva, responsável pelo caso, os dois fazem parte de uma rede internacional de prostituição de menores e turismo sexual. “Eles comercializam as fotos de menores nus pela Internet”, afirmou Silva. “As meninas mantinham encontro com israelenses que vinham ao Rio, e os meninos satisfaziam a vontade dos dois”, disse.

Segundo o delegado, o envolvimento do cônsul-adjunto passará a ser investigado pela Polícia Federal, que deverá encaminhar ao Itamaraty um pedido para que a Embaixada de Israel apresente Scher. Silva está tentando localizar outras jovens que aparecem nas fotos.

A direção do Colégio A. Liessin, um dos mais tradicionais da comunidade israelita no Rio, localizado em Botafogo (zona sul), onde Schteinberg dava aulas de Hebraico e Ciências Sociais, distribuiu uma nota informando nunca ter tido conhecimento “de qualquer fato que comprove uma atitude desabonadora” do professor. Entre os alunos, a notícia de que Schteinberg havia sido preso causou espanto.




 

Quarta-feira, 5 de julho de 2000

Menor denuncia exploração sexual

Professor e cônsul de Israel no Rio
são acusados de participar de quadrilha
internacional que explora pedofilia

ADRIANA CRUZ E LUIZ MARCELLO FERREIRA

Policiais civis, militares e federais e agentes do Juizado de Menores investigam o envolvimento do professor de hebraico George Schteinberg, 40 anos, e do cônsul de Israel no Rio, Arie Scher, com uma quadrilha internacional especializada na exploração sexual de crianças e adolescentes. Os indícios da participação dos acusados foram levantados a partir de denúncia feita, segunda-feira, pela adolescente R.R.N., de 17 anos, segundo a chefe do Serviço de Fiscalização da 1ª Vara da Infância e Adolescência, Valéria Fernandes.

R. denunciou ao Serviço Reservado da PM e aos policiais da 12ª DP (Copacabana) que o professor George Schteinberg divulgava através de um site israelense na Internet uma foto em que ela aparecia nua. “Eu fui até a casa dele pedir a foto de volta e que ela fosse retirada da rede. George não quis conversa e duvidou que eu o entregasse para a polícia”, disse a menor, já acompanhada da mãe, a comerciante A. A.S.O., 42 anos.

No material – 154 fotos e 12 fitas de vídeo – encontrado e apreendido na residência de Schteinberg apareciam várias fotos do cônsul israelense. Em seguida, os policiais foram até a residência do diplomata, na Rua Redentor, em Ipanema, e apreenderam mais 21 fotos, cinco fitas e dois DVD’s. Arie Scher não foi localizado no local, onde foram tiradas a maioria das fotos. Segundo a empregada Antônia Rosa de Oliveira, o patrão saiu cedo para o consulado, levando o gabinete do seu computador. O cônsul não foi encontrado. Funcionários do consulado e o advogado do diplomata acusado não quiseram dar declarações.

Crianças- Nas fotos de Scher e George aparecem, além de R.R.N, cinco meninas e dois garotos, um deles, F. tem 11 anos. F. estava no apartamento na hora da chegada da polícia. O professor George Schteinberg foi levado para a prisão do Ponto Zero, em Benfica, e não quis dar declarações. Seu advogado, Sebastião Alves de Araújo, disse que ele está muito abalado e vai provar que foi usado nesse caso.

O delegado da 12ª DP, Ícaro Silva, não tem a menor dúvida da participação do professor nesta rede de prostituição infantil. “As fotos apreendidas, não só no apartamento do professor, mas do próprio cônsul, provam isso”, afirmou. Outra evidência da participação da dupla na quadrilha que explora o turismo sexual é, segundo Valéria Fernandes, o telefone de um americano. O número também constava da agenda do professor aposentado Albino Nogueira, preso recentemente, com centenas de fotos e vídeos eróticos de menores.

Sem privilégio

De acordo com o juiz da Infância e Adolescência, Siro Darlan, o cônsul Arie Scher não possui imunidade diplomática, benefício concedido apenas aos embaixadores, conforme a Convenção Internacional de Viena, elaborada em 1977. Porém, se permanecer dentro do Consulado de Israel, em Copacabana, ou mesmo no carro oficial, o acusado não poderá ser preso.

Para Siro Darlan, o cônsul pode ser processado no Brasil. “Existem duas alternativas. A primeira é ele ser julgado e cumprir pena aqui – só depois ele seria extraditado. A outra possibilidade é ele ser julgado aqui e cumprir a pena em Israel”, explicou o juiz. Siro acredita que Israel tem interesse em esclarecer o caso. “Esse país, assim como o Brasil, é signatário da Convenção Internacional de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente”, disse.

O delegado Ícaro Silva tem 10 dias para concluir o inquérito. Depois, o processo será encaminhado para o Ministério Público, que decidirá se o caso fica com a Polícia Civil ou será entregue à Polícia Federal.

Estatística- O presidente da Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção a Infância e Adolescência (Abrapia), Lauro Monteiro, informou que só este ano foram registradas 343 denúncias de exploração sexual no Rio, estado com maior número de casos em todo o Brasil. Destes, 260 casos foram registrados na capital, sendo 128 na Zona Sul. “O envolvimento de pessoas de alto poder aquisitivo sempre existiu, só que agora estamos tendo maior visibilidade”, disse Lauro.

Fotos na internet

R.R.N disse em seu depoimento que o professor George Scheteinberg nunca pediu para manter relações sexuais, embora pedisse para ela dormir com os meninos “criados por ele”. A menor declarou que considerava o professor um tio, mas ficou chateada por ver sua foto na Internet, embora tivesse concordado em posar nua.

Sobre a participação do cônsul, ela explicou que sempre o encontrava nas festas promovidas na cobertura da Rua Redentor. “Ele até nos apresentou para alguns diretores de cinema”, disse.

Colégio - O envolvimento do professor de hebraico George Schteiberg com exploração sexual de menores chocou os alunos do tradicional colégio judaico A. Liessin, em Botafogo. Considerado sério e educado pelos estudantes, o professor dava aula para as turmas do ensino médio.

Pela manha, a direção da unidade avisou aos alunos que haviam acusações contra Schteinberg. “O pessoal da minha sala que teria aula com ele amanhã (hoje) ficou tão surpreso que o silêncio foi geral. Ele parecia ser uma pessoa muito legal”, contou F., de 15 anos, aluno do primeiro ano do ensino médio.

Há 55 anos no mercado, o A. Liessin é considerado uma das melhores escolas do Rio. Segundo os alunos, o rigor é tanto que as meninas são proibidas de entrar na escola de saia ou short. Em nota oficial, a escola argumenta que não há fato registrado que comprove uma atitude desabonadora de Schteiberg.


Quarta-feira, 05 de julho de 2000 – 10h27

Procurado no Brasil, cônsul volta a Israel

Jerusalém – ministro do Exterior de Israel, David Levy, ordenou a volta imediata do cônsul-adjunto no Brasil, Arie Sher, depois da divulgação do escândalo sexual envolvendo o diplomata. Em entrevista ao jornal israelense Ha’aretz, Levy afirmou que as acusações serão investigadas. “Estamos fazendo de tudo para esclarecer os fatos o mais rápido possível”, disse o ministro.

O jornal Jerusalem Post informa que consulado de Israel no Rio de Janeiro teria sido cercado pela polícia na tentativa de deter o cônsul-adjunto. Uma rádio local informa, no entanto, que o diplomata já teria deixado o Brasil.


Quarta-feira, 05 de julho de 2000 – 13h29   

Ex-ministro israelense tem imunidade revogada

Jerusalém – O Parlamento israelense revogou hoje a imunidade do ex-ministro dos Transportes de Israel, Yitzha Mordechai, acusado de violência e de assédio sexual a pessoas que trabalhavam sob seu comando. O próprio Mordechai manifestou por escrito ser favorável à suspensão de sua imunidade, alegando que só agora um tribunal poderá estabelecer sua inocência e limpar seu nome das “acusações infames” das quais foi vítima.

O ex-ministro, que renunciou à pasta dos Transportes no governo do primeiro-ministro Ehud Barak depois que a Justiça decidiu incriminá-lo, disse estar sendo vítima de uma campanha de “destruição” de sua imagem após a publicação pela imprensa das acusações que lhe estão sendo atribuídas.

Mordechai foi oficial de carreira até 1994, ministro da Defesa de 1996 até o início de 1999 e em seguida ministro dos Transportes até há pouco menos de um mês.




Quarta-feira, 05 de julho de 2000 – 18h42   

Pedida prisão preventiva de cônsul de Israel

Rio de Janeiro – A polícia fluminense pediu hoje a prisão preventiva do cônsul-adjunto de Israel no Rio, Arie Scher. O cônsul é acusado, assim como o professor de hebraico Georges Schteinberg, que está preso, de pedofilia e envolvimento em uma rede de exploração de turismo sexual envolvendo menores. Scher fugiu ontem para a Argentina, pelo vôo 1416 da Aerolineas Argentinas, às 12h48, e de lá seguiu para seu país. A fuga ocorreu no momento em que seu apartamento, em Ipanema, na zona sul, era vasculhado pela polícia. O cônsul-geral de Israel, Eitan Surkis, disse que Scher viajou a chamado do Ministério das Relações Exteriores daquele país.

“Para polícia, ele fugiu porque tem envolvimento com exploração de menores”, afirmou o titular da delegacia de Copacabana, Ícaro Silva, responsável pelas investigações. O delegado disse que enviará cópia do pedido de prisão preventiva ao Itamaraty e à Interpol (Polícia Internacional). Como Israel não extradita seus cidadãos, o cônsul-adjunto deverá ser ouvido pela polícia fluminense através de carta rogatória. O delegado tem dez dias para concluir o inquérito e encaminhá-lo ao Ministério Público.

Scher embarcou normalmente no Aeroporto Internacional Tom Jobim, na Ilha do Governador, na zona norte, depois de sair do consulado de Israel, na Avenida Nossa Senhora de Copacabana, na zona sul. A Polícia Federal não impediu o seu embarque, porque não havia mandado de prisão contra ele nem pedido formal de detenção feito pelo delegado. “Não pedi para a Polícia Federal detê-lo porque acreditava que ele fosse se apresentar”, explicou Silva. Ele acrescentou que recebeu o telefonema de um advogado do consulado, informando que Scher se apresentaria para depor.

Já o governador Anthony Garotinho (PDT) disse que a culpa pela fuga do cônsul foi da Polícia Federal, responsável pelo policiamento de fronteiras, portos e aeroportos do País. “A Polícia Civil tem responsabilidade secundária”, afirmou.

Esclarecimentos

O delegado convidou o cônsul-geral de Israel no Rio, Eitan Surkis, para prestar esclarecimento sobre a saída de Scher do País. Surkis está em Brasília para discutir o assunto com o Itamaraty. “Quero que ele explique porque não apresentou Scher à polícia”, disse o policial.

Ontem à noite, a polícia ouviu o depoimento da menor V. de 13 anos, que compromete ainda mais o diplomata. Ela informou que costumava participar de festas e banhos de piscina no apartamento de Arie Scher, numa cobertura em Ipanema, na zona sul. V., que está grávida de um namorado, aparece numa foto despida, abraçada ao cônsul em uma praia de nudismo de Búzios, na região litorânea.

De acordo com a polícia, Scher e o professor tinham 38 sites em hebraico na Internet, dos quais nove eram de pornografia.

Andréia Maia



Quarta-feira, 05 de julho de 2000 – 20h33   

Suspeito de pedofilia será ouvido em Israel

Brasília - O cônsul-ajunto de Israel, Arieh Sher, vai prestar depoimento nesta quinta-feira a uma comissão especial do Ministério das Relações Exteriores de Israel, segundo afirmou nesta quarta-feira o cônsul-geral de Israel no Rio, Eitan Surkis. De acordo com ele, é procedimento normal do governo israelense chamar de volta ao país diplomatas cuja conduta esteja sob suspeita. “Temos que lembrar que todos são inocentes até que se prove o contrário”, disse Surkis.

“O Ministério das Relações Exteriores de Israel e suas representações diplomáticas no Brasil consideram muito sérias as últimas informações veiculadas pela imprensa sobre o caso envolvendo um diplomata israelense”, disse Surkis em entrevista coletiva nesta quarta-feira, em Brasília. O ministério enviou Surkis ao DF para reunir-se com diplomatas brasileiros do Itamaraty porque o país está sem embaixador no Brasil desde de março.

O consul israelense disse que esteve no Itamaraty nesta quarta-feira pela manhã, mas não recebeu nenhum pedido dos diplomatas brasileiros. “O Ministério das Relações Exteriores de Israel reafirma o seu firme interesse em colaborar com as autoridades brasileiras para a completa elucidação dos fatos”, disse. Surkis não soube responder se o governo israelense retiraria a imunidade diplomática de Sher, caso fosse provado seu envolvimento com pedofilia. “Ainda é muito cedo para saber isso e é preciso investigar, o que será feito pela comissão especial”, disse.

A imunidade diplomática não permite que Sher seja julgado pela Justiça comum. No ano passado, um diplomata da Geórgia atropelou uma brasileira nos Estados Unidos, e a Justiça americana pediu a suspensão de sua imunidade diplomática para que ele fosse julgado nos Estados Unidos, o que foi concedido pelo governo da Geórgia. De acordo com o Itamaraty, o caso terá de ser tratado na Justiça do Rio, e o Ministério das Relações Exteriores não poderá se pronunciar até que seja notificado formalmente pela polícia do Rio.

Claudia Dianni


Quinta-feira, 06 de julho de 2000 – 17h49   

Delegado encerra caso sobre cônsul

Rio de Janeiro - O delegado Ícaro Silva, da 12ª Delegacia de Polícia (Copacabana) disse que considera encerrada as investigações sobre o cônsul-adjunto de Israel no Rio, Arieh Sher. Ele e o professor de hebraico do colégio A. Liessin, Georges Schteinberg, que está preso, são acusados de pedofilia e de envolvimento numa rede de exploração de turismo sexual envolvendo menores. “O caso está encerrado”, afirmou o delegado. Sher fugiu para Israel.

Silva acrescentou que iria tentar localizar as menores que aparecem nuas nas fotos na piscina do apartamento de Sher – uma cobertura – em Ipanema, na zona sul, mas acabou desistindo porque achou difícil encontrá-las. “Não temos endereços e, em muitos casos, a família não sabe que elas estão na prostituição”, explicou o delegado. O cônsul-adjunto embarcou na terça-feira para Argentina e de lá para Israel. No mesmo dia, agentes federais e policiais civis vasculhavam seu apartamento.

No local, foram apreendidos fitas de vídeo, disquetes e dezenas de fotos em que aparecem Sher, o professor e menores abraçados e nus. Segundo o delegado, esse material será enviado junto com o inquérito para o Ministério Público. Já Schteinberg está preso no Ponto Zero, uma carceragem especial para presos com curso superior, em Benfica, na zona norte. O professor responderá a processo por exploração e divulgação de material pornográfico de menores.


Sexta-feira, 07 de julho de 2000 – 09h51   

Iniciada investigação sobre vice-cônsul

Jerusalém – O Ministério de Relações Exteriores israelense iniciou ontem um “processo de esclarecimento” do caso do vice-cônsul israelense no Rio de Janeiro, Arieh Scher, acusado de envolvimento na produção e distribuição de imagens pornográficas envolvendo menores brasileiras. O Ministério informou que a conclusão preliminar é de que o caso foi divulgado “além das proporções”, segundo o jornal israelense Ha’aretz.

O vice-cônsul foi interrogado numa sessão de cerca de quatro horas, conduzida por um comitê de três pessoas, entre elas o inspetor geral do serviço exterior, Eitan Margalit. Os outros membros eram dos departamentos administrativo e jurídico do Ministério. A investigação está sendo realizada em conjunto com as autoridades brasileiras, diz o diário israelense.

Segundo o jornal Jerusalem Post, o porta-voz do Ministério, Akiva Tor, explicou ontem que o interrogatório do vice-cônsul foi o “primeiro passo” na investigação. Ele acrescentou que Scher não fugiu do Brasil, mas foi chamado de volta a Israel porque estava atraindo uma atenção negativa no Brasil.

Scher e o professor de hebraico George Steinberg são acusados de participar de uma rede internacional que explora a pornografia, a prostituição e o turismo sexual no Rio de Janeiro. Steinberg foi preso e tentou se enforcar na prisão.

Disciplina

Ainda de acordo com o Ha’aretz, o cônsul de Israel no Rio de Janeiro, Eitan Sorkis, deu uma entrevista à imprensa na Embaixada israelense em Brasília e disse que Israel “considera muito sérias” as reportagens que têm sido publicadas sobre o caso. Scher faz parte do Ministério das Relações Exteriores de seu país há seis anos, desde que se formou em um curso específico. Além disso, tem mestrado pela Universidade de Tel-Aviv e fala cinco idiomas.

O comissário do serviço civil, Shmuel Hollander, deu ontem instruções para que seja feita uma análise sobre a necessidade de se estabelecer uma investigação disciplinar sobre Scher. De acordo com a lei israelense, quando um funcionário público comete um crime ou uma ofensa, deve ser investigado e o resultado comunicado à corte disciplinar. Se a suspeita de envolvimento criminal surge durante a investigação, a polícia é chamada para concluir o caso.

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